13 de jul. de 2026

Romanos 8:1



Sob o peso da transgressão que maculava a minha alma, a voz do Apóstolo Paulo ressoou, um bálsamo divino a dissipar as sombras da culpa. Suas palavras, qual orvalho da manhã sobre a aridez do remorso, absolveram-me não apenas pelos atos pretéritos que me assombravam, mas também libertaram-me do espectro da autocondenação futura. Ele me legou a certeza de que o passado, redimido pela graça, não lançaria mais correntes sobre o meu caminhar, nem o porvir seria assombrado pela herança do pecado. Assim, fui instruído a erguer a fronte, despojado do fardo do arrependimento, e a trilhar o destino que se descortina sem o espectro lancinante da autocensura.